sábado, 29 de janeiro de 2011

O caminhante dá-lhe música!



E amanha a chuva levara
O sangue que a luta deixou derramar
Na pele a dor do aço tão cruel
Jamais a nossa voz vai calar

Um acto assim pode acabar
Com uma vida e nada mais
Porque nem mesmo a violencia
Destroi ideais
Tem gente que nao sente que a mundo assim
Ficará fragil demais

Choro eu e voçe
E o mundo tambem, e o mundo tambem

Choro eu e voçe
Que fragilidade, que fragilidade

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